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Allergan incentiva pesquisas sobre

Prevenção da Cegueira pelo Glaucoma

 

Estiveram abertas até 31 de janeiro as inscrições para o 1º Prêmio Latino-Americano de Oftalmologia, destinado a incentivar as pesquisas para prevenção da cegueira por glaucoma na região. A comissão julgadora compreende representantes da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia e México. Os vencedores receberão quatro prêmios, num total de 24 mil dólares.

      

Os temas para o concurso deste ano, uma iniciativa pioneira da Allergan, são  Diagnóstico do Glaucoma e Fatores de Risco em Glaucoma. Serão escolhidas duas pesquisas e suas respectivas instituições, em cada um dos temas propostos, num total de quatro premiações. Os quesitos avaliados serão a contribuição clínica (40%), a originalidade (40%) e a discussão (20%).

    

O autor principal que vencer em 1º lugar em cada um dos temas receberá 4 mil dólares e à sua instituição será oferecido o mesmo valor. Para o 2º lugar de cada um dos temas, tanto o autor principal quanto sua instituição serão premiados como 2 mil dólares. Os prêmios para os dois colocados em primeiro lugar serão entregues em cerimônia no Congresso da ARVO, em 2008 (Fort Lauderdale-Flórida-EUA).

     

- Fonte: Sociedade Brasileira de Oftalmologia (SBO) - www.sboportal.org.br

 

 

Degeneração Macular:

Doença pouco conhecida afeta milhões em todo o mundo

 

Degeneração Macular Relacionada à Idade - embora pouco conhecida essa doença atinge cerca de 300 milhões de pessoas no mundo, das quais cinco milhões são brasileiros. "Trata-se da principal causa de perda irreversível da visão em pessoas com mais de 50 anos, no ocidente", alerta o oftalmologista Renato Braz, do Inob (DF). Lesão na mácula, parte central e mais importante da retina, a patologia apresenta sintomas clássicos como visão embaçada, distorção da imagem ou mancha preta na visão central.

 

"Diferente da catarata - que também conduz à perda da visão, mas possui alternativas eficazes de tratamento - a DMRI não tem cura. O que temos hoje é a condição de minimizar as seqüelas, desde que o paciente seja diagnosticado em estágio inicial da doença", destaca Dr. Renato. O especialista destaca ainda a necessidade da detecção quando apenas um olho está comprometido.

 

Seco ou Úmido - Os dois diferentes tipos de DMRI - seco e úmido - estão ligados ao envelhecimento. "O primeiro deles acomete 90% dos pacientes. Já o tipo úmido, embora menos freqüente, é mais grave. Ele está relacionado à formação de neovasos sob a retina na área macular e causa hemorragias, podendo evoluir rapidamente para perda da visão", explica o especialista.

 

Para o tipo seco, são prescritos antioxidantes e vitaminas, que possuem capacidade de reduzir a progressão da doença, para as formas mais graves, em até 25%. No tipo úmido, utiliza-se a aplicação de um laser especial precedido de injeção venosa de substância fotossensível - a chamada terapia fotodinâmica (PDT). Outro tratamento disponível, mais recente e efetivo na maioria dos casos, é a injeção de antiangiogênico intra-ocular. "A escolha do tratamento depende de cada caso e, muitas vezes, o médico assistente lança mão de tratamento combinado. Prescrevemos também antioxidantes e vitaminas para diminuir o risco de progressão", descreve o oftalmologista.

 

No mundo, há pesquisas em andamento com o objetivo de estabelecer tratamento definitivo para a DMRI. Em Londres, está sendo testada, em laboratório com ratos e coelhos, técnica que envolve a utilização de células-tronco. A pesquisa baseia-se no implante de células indiferenciadas na retina, com o objetivo de reparar a região macular danificada. "Trata-se de uma das mais promissoras pesquisas, juntamente com estudos que avaliam o transplante de células retinianas e a terapia genética. Uma vez validada, trará inúmeros benefícios para a população, especialmente na terceira idade", afirma Dr. Renato.

 

Enquanto a cura não está disponível, o melhor caminho é a detecção precoce. "A visita anual ao oftalmologista é a única forma de se verificar, em estágio inicial, possíveis alterações que venham a comprometer a visão e, conseqüentemente, a qualidade de vida. Pacientes que possuem histórico familiar de DMRI devem redobrar a atenção. Outras medidas importantes são: não fumar, manter-se dentro do peso considerável saudável, monitorar a pressão arterial e utilizar óculos escuros com bom filtro ultravioleta", conclui Dr. Renato.

 

- Fonte: Maxpress net

 

 

 

Projeto de retina artificial vence Prêmio Fundação Altran 2007

Projeto de pesquisador francês receberá premiação de € 1 milhão convertido em consultoria.

 

Em cerimônia realizada em Paris, no último dia 1º de outubro, foi escolhido o projeto vencedor da 10ª edição do prêmio da Fundação Altran que, em 2007, teve o tema “Mending the human body, through technological innovation”. O vencedor foi o francês professor José Sahel, que desenvolveu uma retina artificial. Sahel foi escolhido entre seis finalistas, incluindo o cientista brasileiro Josuê Bruginski de Paula, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), que apresentou o protótipo de um esfíncter artificial.

 

Todas as propostas foram analisadas por um júri internacional composto por especialistas da Altran, de outras empresas e de instituições ligadas ao tema proposto. Ao vencer diante de 137 propostas inscritas, Sahel receberá como prêmio €1 milhão convertido em consultoria da Altran – empresa líder no mercado europeu de Consultoria em Tecnologia e Inovação. Para o desenvolvimento do projeto da retina artificial, Sahel receberá o apoio de todas as áreas de competência da Altran em pesquisa e inovação, incluindo desde o gerenciamento de projetos até o design e industrialização do produto final. “Apoiar projetos de pesquisa que contribuam com o avanço da ciência e da tecnologia é o nosso objetivo. Graças à Fundação Altran, todos os projetos premiados nos últimos 10 anos resultaram em novos produtos e serviços, em sua maioria, comercializados internacionalmente”, explica Patrick Dauga, presidente da Altran no Brasil.

 

Retina Artificial

 

Atualmente, cerca de 1,5 milhão de pessoas no mundo sofre com a degeneração da retina. E este número tem crescido constantemente por conta do aumento da expectativa de vida. O professor Sahel, junto a sua equipe do Instituto da Visão do Hospital de Quinze-Vingts, em Paris, criou uma retina artificial que recupera parcialmente a visão, permitindo que deficientes visuais e cegos tenham noção de espaço ao se moverem em locais fechados e possam ler caracteres grandes.

 

A prótese de retina é introduzida na posição do órgão original e estimula as células restantes a produzirem as imagens visuais. Um consórcio multidisciplinar composto por médicos, oftalmologistas, químicos, biólogos e pacientes foi constituído para produzir e testar estes implantes, produzidos a partir de estruturas de diamante e outros materiais biocompatíveis e altamente fotossensíveis.

 

Alguns parceiros industriais já estão envolvidos e os primeiros protótipos serão produzidos já em 2009. Ou seja, a partir de 2011, a primeira retina artificial poderá estar disponível ao mercado. 

 

Fundação Altran

 

Fundada em 1982 na França, a Altran é líder no mercado europeu de Consultoria em Tecnologia e Inovação, destacando-se no setor como um dos maiores do mundo. A Altran emprega mais de 17 mil colaboradores e mantém operações em mais de 20 países: Alemanha, Argentina, Áustria, Bélgica, Brasil (São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília), China, Coréia, Espanha, EUA, França, Holanda, Inglaterra, Irlanda, Itália, Japão, Luxemburgo, México Portugal, Suécia, Suíça e Venezuela. Ao todo, a companhia reúne 180 subsidiárias.

Em 2006, o grupo faturou cerca de US$ 2 bilhões. Entre as empresas que compõem o grupo Altran, destacam-se Arthur D.Little, Cambridge Consultants, Hilson Moran, Control Solutions, Media Aerospace, Pr(i)me, DCE Consultants, Praxis, Synetics, SEGIME.

A empresa está presente no Brasil desde 1999, com escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, sob o comando de Patrick Dauga, executivo francês com mais de 20 anos de experiência na América Latina, Ásia, Europa e EUA. A Altran do Brasil atua em quatro áreas: consultoria em Inovação e Engenharia (Altran Technologies e Altran TCBR); Consultoria em TI (Altran CIS), Conselho Estratégico (Arthur D.Little) e Comunicação (TDA Comunicação).

 

- Informações para a imprensa: Alternativa de Comunicação.

- Fonte: http://www.mundooptico.com.

 

 

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